Sintegração sobre Abertura

Essa atividade foi interessante para aprimorar o conhecimento sobre os conceitos discutidos, porém, infelizmente, não foi possível eu participar das duas últimas rodadas.

Na primeira rodada eu participei do grupo 4 como crítica. Nesse momento foi discutido sobre a interface como forma de abrir as possibilidades de uso e as diferenças entre interação e reação, sendo a interação uma forma que da liberdade para o usuário e a reação uma forma que faz as pessoas obedecerem o objeto. O grupo concluiu que importante descobrir uma forma de não deixar o objeto realizar essa manipulação. O texto de Jones foi criticado como sendo muito repetitivo, ele retoma muitas vezes às mesmas coisas. Além disso foi mencionado também o texto da Ana e do Cabral, foi dito que para o objeto ser vitual é preciso existir interação e que o que importa não é entender como ele funciona, mas sim a interação. 

Como crítica, eu digo que todos participaram da discução, uns mais e uns menos, muitos não tinham conhecimento suficiente sobre o assunto para discutir com profundidade e, considerando essa limitação, o debate foi bem desonvolvido, principalmente pelo Pablo que soube falar muito bem.

Na segunda rodada eu participei do grupo 6 como debatedora. Foi discutido sobre o texto de Haque, falamos sobre o digital sendo interativo ou não interativo e como o interativo não é sinônimo de digital.  Discutimos sobre o conceito de interface a aplicaçào dela na arquitetura, ficamos muio confusos com o termo e cada um tinha uma ideia sobre seu significado. Chemas a conclusão que a interface é a possibilidade oferecida pelo objeto.

Os críticos falaram que a discussão foi rasa porque não tinhamos base suficiente para falar sobre o assunto com profundidade e que faltou um texto que sintetizasse e organizasse melhor as ideias de todos os textos para entendermos melhor.



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